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	<title>PiseiNaBola &#187; vergonha</title>
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	<description>As (incríveis) histórias anônimas de pessoas reais</description>
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		<title>As coisas são como são</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Oct 2008 15:38:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

Muitas vezes a gente acaba fazendo o que não quer e, com isso, cria problemas para os amigos. E foi o que aconteceu comigo. Em um momento da vida, me vi totalmente apertado, sem dinheiro, com dívidas e sem meio de pagá-las.
De outro lado, minha empresa tinha boas perspectivas, trabalhava para clientes sólidos e isso [...]]]></description>
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<p><a href="http://piseinabola.com/wp-content/uploads/2008/10/grana.jpg"><img class="size-medium wp-image-66 alignleft" style="margin: 5px;" title="Sem grana, com dívidas e sem ter como pagar" src="http://piseinabola.com/wp-content/uploads/2008/10/grana.jpg" alt="" width="126" height="102" /></a>Muitas vezes a gente acaba fazendo o que não quer e, com isso, cria problemas para os amigos. E foi o que aconteceu comigo. Em um momento da vida, me vi totalmente apertado, sem dinheiro, com dívidas e sem meio de pagá-las.</p>
<p>De outro lado, minha empresa tinha boas perspectivas, trabalhava para clientes sólidos e isso me deu a idéia de recorrer a um amigo bem próximo. Sabia que ele tinha algumas economias e até já tinha me oferecido um empréstimo, que não quis, pois achava que ele não seria necessário.<span id="more-65"></span></p>
<p>As coisas mudaram e recorri ao meu amigo. Comprometi-me a pagar o empréstimo em prestações, na medida em que os recebimentos da empresa se concretizassem. Acertamos tudo e ele retirou a importância emprestada, de 50 mil reais, de sua poupança, depositando o valor na minha conta.</p>
<p>O dinheiro veio na medida. Me desafogou e permitiu que pagasse todas as minhas contas, deixando-me tranquilo. Não sabia como agradecer ao meu amigo. Afinal, ele tinha me dado tranquilidade e isso, pensava, só faria aumentar a minha amizade por ele.</p>
<p>Só que as coisas não aconteceram como previa. Os negócios em perspectiva não se concretizaram e alguns dos contratos que tínhamos na empresa terminaram e não foram renovados. Também não conseguimos novos contratos, o que representou uma redução drástica das receitas. E com isso, os pagamentos prometidos não se concretizaram, primeiro, sendo adiados e, depois, não sendo feitos.</p>
<p>O pior de tudo é que os bens que tinham estavam na empresa e para dispor deles precisava da concordância dos outros sócios ou de que comprassem minha parte. Nenhuma das duas coisas aconteceu. E com isso, fiquei, novamente, em uma situação difícil e com uma dívida que não conseguia pagar ao meu amigo.</p>
<p>Encurtando a história: Não tive como pagá-lo. E morro de vergonha. Por isso me afastei. Acho até que perdi um amigo.</p>
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		<title>Uma segunda oportunidade</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 14:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
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Como muitas outras mulheres em todo o mundo, deixei o meu marido por um outro homem. Sai de casa, primeiro, e levei meus filhos para a casa da minha irmã, que não era – diga-se a verdade – uma boa casa.
Enquanto a separação legal não acontecia, não tinha liberdade de me relacionar com quem havia [...]]]></description>
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<p><a href="http://piseinabola.com/wp-content/uploads/2008/08/pisei05.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-56" title="Uma segunda oportunidade na vida" src="http://piseinabola.com/wp-content/uploads/2008/08/pisei05.jpg" alt="" width="147" height="110" /></a>Como muitas outras mulheres em todo o mundo, deixei o meu marido por um outro homem. Sai de casa, primeiro, e levei meus filhos para a casa da minha irmã, que não era – diga-se a verdade – uma boa casa.<br />
Enquanto a separação legal não acontecia, não tinha liberdade de me relacionar com quem havia escolhido. E por isso, fiz coisas das quais não gosto nem de falar, menti para pessoas que gostava muito e que também sempre me apoiaram.<span id="more-49"></span></p>
<p>Com tudo que fiz, meu marido nunca desistiu de manter a família unida. E hoje, agradeço a ele e a Deus pela persistência. Quando o deixei, achei que estava apaixonada e que tinha encontrado o homem da minha vida. Eu estava enganada e, cedo cedo, as coisas começaram a dar errado.</p>
<p>E foi nesta hora que meu ex-marido mostrou todo o seu amor por mim, por nossos filhos. Desamparada, recebi sua compreensão. Ele me recebeu, me apoiou. E por tudo isso só posso agradecer a Deus.</p>
<p>Hoje, sou feliz de novo. Mas sinto vergonha deste tempo. Evito falar dele e não gosto nem de lembrar o que fiz, como deixei minha família, esqueci nossos amigos. Deus foi bom e me deu uma segunda oportunidade e só o que quero, agora, é aproveitá-la ao máximo e me fazer merecedora dela.</p>
<p><strong>Porto Alegre, RS, 26 anos</strong></p>
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		<title>Tenho medo de assumir&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2008 14:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
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De uma coisa, tenho certeza:sou gay.
Mas tenho vergonha de assumir que gosto de outro homem.
Tenho medo do que meus amigos possam pensar.
E minha familia? Acho que não iria me aceitar.
O que eu posso fazer?
Pelotas, 21 anos

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<p>De uma coisa, tenho certeza:sou gay.</p>
<p>Mas tenho vergonha de assumir que gosto de outro homem.</p>
<p>Tenho medo do que meus amigos possam pensar.</p>
<p>E minha familia? Acho que não iria me aceitar.</p>
<p>O que eu posso fazer?</p>
<p><strong>Pelotas, 21 anos</strong></p>
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		<title>Com medo da descoberta</title>
		<link>http://piseinabola.com/com-medo-da-descoberta/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 12:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sai da linha]]></category>
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Filha de uma família da classe média, tive uma educação liberal e ainda adolescente tive minha primeira experiência sexual. Ela foi boa e me ensinou que sexo é bom. Sempre gostei dele e com os meus namorados sempre acabei na cama.
Há algum tempo descobri que algumas de minhas amigas, que também eram liberadas, estavam usando [...]]]></description>
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<p>Filha de uma família da classe média, tive uma educação liberal e ainda adolescente tive minha primeira experiência sexual. Ela foi boa e me ensinou que sexo é bom. Sempre gostei dele e com os meus namorados sempre acabei na cama.</p>
<p>Há algum tempo descobri que algumas de minhas amigas, que também eram liberadas, estavam usando o sexo como forma de rendimento. De início, fiquei escandalizada, pois não imaginava que algo que me dava tanto prazer pudesse ser usado para conseguir dinheiro.</p>
<p>Eu estava errada. E vi amigas ganhando bem, tendo dinheiro para vestidos, bolsas, sapatos, relógios, etc. Enquanto isso, eu trabalhava o mês todo para, no final, ter um magro salário, que não dava pra nada. E ainda ouvia minhas amigas curtindo comigo.</p>
<p>O trabalho duro, o dinheiro pouco e a convivência com minhas amigas, todas elas de longa data, acabaram me convencendo. Decidi aceitar um programa. Foi difícil, mas no final ganhei em uma hora o que levava uma semana para conseguir trabalhando. Hoje, já me acostumei. E como minhas amigas &#8211; aliás, mais que elas &#8211; tenho dinheiro, roupas, e posso me manter e bem.</p>
<p>Só que tenho pavor que minha família descubra. Para ela, sou uma vendedora muito bem sucedida e que consegue administrar muito bem o seu dinheiro. Ela tem orgulho de mim. Se descobrirem, não sei o que fazer.</p>
<p><strong>Rio de Janeiro, 26 anos</strong></p>
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