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	<title>PiseiNaBola &#187; professor</title>
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	<description>As (incríveis) histórias anônimas de pessoas reais</description>
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		<title>Um caso por um trabalho</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 14:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
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Sabe quando você quer ser muito esperta e se dá mal? Foi o que aconteceu comigo. Copiei um trabalho para nota final e o professor acabou descobrindo. E na minha faculdade, já teve gente expulsa por causa disso. Achei que ia acontecer o mesmo comigo.
Mas, não. O professor me fez uma proposta indecorosa: Não falaria [...]]]></description>
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<p class="MsoNormal">Sabe quando você quer ser muito esperta e se dá mal? Foi o que aconteceu comigo. Copiei um trabalho para nota final e o professor acabou descobrindo. E na minha faculdade, já teve gente expulsa por causa disso. <span lang="EN-US">Achei que ia acontecer o mesmo comigo.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span lang="EN-US">Mas, não. </span>O professor me fez uma proposta indecorosa: Não falaria sobre o trabalho, mas eu teria de dormir com ele. Odiei isso, mas não tinha muita saída e, embora tivesse um namorado firme, acabei aceitando.</p>
<p class="MsoNormal">Marcamos o encontro em uma data que o meu namorado ia visitar seus pais. E passamos a noite juntos. O sexo foi tão bom, mas tão bom, que voltei repetidas vezes. E foram tantas que fiquei com medo do meu namorado descobrir. E cada vez que acontecia, se eu gostava por causa do sexo, me odiava por estar fazendo o que fazia. E tudo por causa de um trabalho que podia ter feito, sem maiores problemas.</p>
<p class="MsoNormal">Bom, o fato é que acabou. O professor saiu da escola. <span lang="EN-US">Eu me salvei. Continuei o curso, continuei com o meu namorado. </span>Nós nos formamos, nos casamos, arranjamos emprego for a de nossa cidade e nos mudamos.</p>
<p class="MsoNormal">Hoje, somos felizes. Mas ainda me lembro dos encontros, do sexo, me sinto culpada e penso se meu marido realmente não soube do caso. Se sabia, nunca falou nada. E eu, é lógico, também não.</p>
<p class="MsoNormal">Agora, o que quero é esquecer tudo e ser feliz ao lado dele.</p>
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		<title>Um mosquito na testa</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 12:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu aprontei]]></category>
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Sou de uma família com vários filhos, na verdade, 10 ao todo. Quando criança, morávamos no interior e meu pai, preocupado com a nossa educação e na falta de uma escola pública, contratou um professor particular. Ele seria o responsável por nos ensinar a ler e escrever, em classes diárias e sob a atenta supervisão [...]]]></description>
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<p>Sou de uma família com vários filhos, na verdade, 10 ao todo. Quando criança, morávamos no interior e meu pai, preocupado com a nossa educação e na falta de uma escola pública, contratou um professor particular. Ele seria o responsável por nos ensinar a ler e escrever, em classes diárias e sob a atenta supervisão de minha mãe, que era muito severa.</p>
<p>A idéia da escola era boa, nós gostávamos, mas não deixávamos, também, de aproveitar o tempo livro do jeito que toda criança faz: inventando coisas. E foi inventando coisas que nós, os homens, decidimos pregar uma peça no professor. Queríamos aprontar uma com ele e ficamos pensando em um meio.</p>
<p>Alguns dias se passaram e não vinha uma idéia, até que meu irmão mais velho sugeriu: vamos colocar uma mutuca nele. Explico: mutuca é um palito de fósforo que, depois de aceso, vai queimando e quando fica mais curto pode ser fixado à pele. A idéia vingou e nos preparamos para a peça.</p>
<p>Só que na sua execução, fomos à frente. À noite, depois que o professor tinha dormido &#8211; e ele tinha um sono profundo &#8211; ao preparar a mutuca, alguém sugeriu: por que não amarramos ele à cama? Criança, você sabe, não mede as consequências. Então, alguém pegou uma corda e amarrou a perna direita do professor à perna esquerda da cama. Feito isso, colocou a mutuca na sua testa.</p>
<p>E como ninguém era herói, todo mundo se mandou para a cama, esperando o que iria acontecer. O palito de fósforo queimou, chegou à testa do professor que, sentindo dor, deu um tremendo tapa no local. Ao fazê-lo, desequilibrou-se na cama, caiu e ficou pendurado pela perna que estava amarrada.</p>
<p>Bom, nós aprontamos. Mas acabamos pagando o pato.</p>
<p><strong>Uberaba, 45 anos</strong></p>
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