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	<title>PiseiNaBola &#187; filhos</title>
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	<description>As (incríveis) histórias anônimas de pessoas reais</description>
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		<title>Acabei sendo abandonado</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 14:08:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pisei na bola]]></category>
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		<description><![CDATA[Vendo o relato de Porto Alegre, 26 anos, parabenizo-a pela oprtunidade que ela teve de um novo fim e  confesso que a  Minha pisada na bola foi em algumas vezes não ter dado o valor real que minha esposa merecia. Muitas vezes usei de duras palavras com ela, mas não com palavras torpes, apenas duras [...]]]></description>
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<p>Vendo o relato de Porto Alegre, 26 anos, parabenizo-a pela oprtunidade que ela teve de um novo fim e  confesso que a  Minha pisada na bola foi em algumas vezes não ter dado o valor real que minha esposa merecia.</p>
<p>Muitas vezes usei de duras palavras com ela, mas não com palavras torpes, apenas duras em meus comentários, nunca adulterei contra ela, nunca a agredí, e sempre apesar das palavras procurei dar o melhor para ela e meus filhos, mas  ela resolveu deixar o lar e os filhos que comigo permaneceram.</p>
<p>Dezenove anos de casamento, filhos chorando na hora da mudança não foram o suficiente para que ela repensasse sua decisão. Hoje acordei, sinto que a amo mais e mais, eu e meus filhos sentimos sua falta, mas nada a fez e parece que nada a fará mudar de opinião. Então parabéns a leitora que postou a msg e teve uma segunda chance dada por DEUS, louve-o sempre por isto, pois você faz parte um um seleto e pequeno grupo que teve uma segunda chance.</p>
<p>Ah, como eu e meus filhos gostaríamos de poder obter esta oportunidade também, mas ela não é para todos. Valorizem suas esposas, às amem como CRISTO amou sua Igreja, para que mais tarde o choro e a dor na alma ( e esta dor é terrível) da perda de sua amada não invadam sua vida e ser ser.</p>
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		<title>Uma segunda oportunidade</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 14:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu aprontei]]></category>
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		<description><![CDATA[Como muitas outras mulheres em todo o mundo, deixei o meu marido por um outro homem. Sai de casa, primeiro, e levei meus filhos para a casa da minha irmã, que não era – diga-se a verdade – uma boa casa. Enquanto a separação legal não acontecia, não tinha liberdade de me relacionar com quem [...]]]></description>
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<p><a href="http://piseinabola.com/wp-content/uploads/2008/08/pisei05.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-56" title="Uma segunda oportunidade na vida" src="http://piseinabola.com/wp-content/uploads/2008/08/pisei05.jpg" alt="" width="147" height="110" /></a>Como muitas outras mulheres em todo o mundo, deixei o meu marido por um outro homem. Sai de casa, primeiro, e levei meus filhos para a casa da minha irmã, que não era – diga-se a verdade – uma boa casa.<br />
Enquanto a separação legal não acontecia, não tinha liberdade de me relacionar com quem havia escolhido. E por isso, fiz coisas das quais não gosto nem de falar, menti para pessoas que gostava muito e que também sempre me apoiaram.<span id="more-49"></span></p>
<p>Com tudo que fiz, meu marido nunca desistiu de manter a família unida. E hoje, agradeço a ele e a Deus pela persistência. Quando o deixei, achei que estava apaixonada e que tinha encontrado o homem da minha vida. Eu estava enganada e, cedo cedo, as coisas começaram a dar errado.</p>
<p>E foi nesta hora que meu ex-marido mostrou todo o seu amor por mim, por nossos filhos. Desamparada, recebi sua compreensão. Ele me recebeu, me apoiou. E por tudo isso só posso agradecer a Deus.</p>
<p>Hoje, sou feliz de novo. Mas sinto vergonha deste tempo. Evito falar dele e não gosto nem de lembrar o que fiz, como deixei minha família, esqueci nossos amigos. Deus foi bom e me deu uma segunda oportunidade e só o que quero, agora, é aproveitá-la ao máximo e me fazer merecedora dela.</p>
<p><strong>Porto Alegre, RS, 26 anos</strong></p>
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		<title>Um mosquito na testa</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 12:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu aprontei]]></category>
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		<description><![CDATA[Sou de uma família com vários filhos, na verdade, 10 ao todo. Quando criança, morávamos no interior e meu pai, preocupado com a nossa educação e na falta de uma escola pública, contratou um professor particular. Ele seria o responsável por nos ensinar a ler e escrever, em classes diárias e sob a atenta supervisão [...]]]></description>
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<p>Sou de uma família com vários filhos, na verdade, 10 ao todo. Quando criança, morávamos no interior e meu pai, preocupado com a nossa educação e na falta de uma escola pública, contratou um professor particular. Ele seria o responsável por nos ensinar a ler e escrever, em classes diárias e sob a atenta supervisão de minha mãe, que era muito severa.</p>
<p>A idéia da escola era boa, nós gostávamos, mas não deixávamos, também, de aproveitar o tempo livro do jeito que toda criança faz: inventando coisas. E foi inventando coisas que nós, os homens, decidimos pregar uma peça no professor. Queríamos aprontar uma com ele e ficamos pensando em um meio.</p>
<p>Alguns dias se passaram e não vinha uma idéia, até que meu irmão mais velho sugeriu: vamos colocar uma mutuca nele. Explico: mutuca é um palito de fósforo que, depois de aceso, vai queimando e quando fica mais curto pode ser fixado à pele. A idéia vingou e nos preparamos para a peça.</p>
<p>Só que na sua execução, fomos à frente. À noite, depois que o professor tinha dormido &#8211; e ele tinha um sono profundo &#8211; ao preparar a mutuca, alguém sugeriu: por que não amarramos ele à cama? Criança, você sabe, não mede as consequências. Então, alguém pegou uma corda e amarrou a perna direita do professor à perna esquerda da cama. Feito isso, colocou a mutuca na sua testa.</p>
<p>E como ninguém era herói, todo mundo se mandou para a cama, esperando o que iria acontecer. O palito de fósforo queimou, chegou à testa do professor que, sentindo dor, deu um tremendo tapa no local. Ao fazê-lo, desequilibrou-se na cama, caiu e ficou pendurado pela perna que estava amarrada.</p>
<p>Bom, nós aprontamos. Mas acabamos pagando o pato.</p>
<p><strong>Uberaba, 45 anos</strong></p>
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		<title>Loucura dos 40</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Apr 2008 13:03:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fui pego]]></category>
		<category><![CDATA[amante]]></category>
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		<description><![CDATA[Como todo homem, dei as minhas puladas de cerca. Mas, desde que me casei, só foram coisas rápidas, sem maiores conseqüências. Sempre coloquei à frente de tudo o meu casamento, pois amava e amo a minha esposa. Só que, há algum tempo, encontrei uma pessoa que me tirou do eixo e fez com que achasse [...]]]></description>
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<p>Como todo homem, dei as minhas puladas de cerca. Mas, desde que me casei, só foram coisas rápidas, sem maiores conseqüências. Sempre coloquei à frente de tudo o meu casamento, pois amava e amo a minha esposa.<br />
Só que, há algum tempo, encontrei uma pessoa que me tirou do eixo e fez com que achasse que estava apaixonado. Fiquei meio cego e, nesta cegueira, fui pego acompanhado por ninguém menos que minha filha. Ela estava indo ao cinema e me encontrou com a “amiga” e contou para a mãe.<br />
Minha vida virou um inferno. Não sabia mais o que fazer. Acho que fiquei burro e quase coloco tudo a perder, emprego, família, filhos. Ainda bem que as coisas mudaram.<br />
Na verdade, fui “chutado” por ela, senti muito. Mas agora que já passaram vários meses, paro e penso: como fui louco.<br />
Foi uma loucura dos 40.</p>
<p><strong>Linhares, ES, 45 anos</strong></p>
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