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	<title>PiseiNaBola &#187; família</title>
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	<description>As (incríveis) histórias anônimas de pessoas reais</description>
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		<title>De volta à minha vida</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jun 2008 14:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
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Bem, pra dizer a verdade, eu fiz tudo errado e me pergunto por quê? Acho que tudo na vida acontece por uma razão. E no meu caso, acho que uma das razões foi a de ter me afastado da igreja, que sempre freqüentei e segui.
Quando deixei a igreja de lado, minha vida começou a dar [...]]]></description>
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<p><a href="http://piseinabola.com/wp-content/uploads/2008/08/pisei04.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-55" title="Sai da igreja e tudo deu errado" src="http://piseinabola.com/wp-content/uploads/2008/08/pisei04.jpg" alt="" width="110" height="86" /></a>Bem, pra dizer a verdade, eu fiz tudo errado e me pergunto por quê? Acho que tudo na vida acontece por uma razão. E no meu caso, acho que uma das razões foi a de ter me afastado da igreja, que sempre freqüentei e segui.<br />
Quando deixei a igreja de lado, minha vida começou a dar errada. Sempre fui um bom cristão, mas esqueci os ensinamentos cristãos e comecei a namorar uma garota que não era religiosa. Pouco depois, estávamos morando juntos.<span id="more-48"></span></p>
<p>E foi aí que tudo, realmente, desandou. Primeiro, minha família esfriou comigo. Depois, meus amigos. Na minha igreja, não fui mais bem recebido e acabei me afastando de vez, até por que minha namorada não queria ir aos cultos.</p>
<p>Descolado de minhas raízes, minha vida ficou sem sentido. E isso acabou levando ao rompimento do namoro. Minha namorada foi embora e eu fiquei depressivo. Foi um verdadeiro inferno.</p>
<p>Felizmente, integrantes da minha antiga igreja me procuraram, me ajudaram e eu venci a depressão. Hoje, estou tentando refazer minha vida e quero levá-la certa, seguindo minha fé e obedecendo os princípios da minha igreja e religião.</p>
<p>Só espero ser perdoado. E voltar à minha vida.</p>
<p><strong>São José dos Campos, SP, 32 anos</strong></p>
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		<title>Afastado da minha família</title>
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		<pubDate>Fri, 23 May 2008 14:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
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Pisei na bola. E fiz tudo errado. Mas acredito que tudo na vida ocorre por uma razão.  Tudo ia indo bem até que encontrei a hoje minha ex-namorada.
Começamos a namorar e descobri que ela era muito mais do que eu pensava. Como tive uma educação cristã, achei que, com o tempo, eu a conseguiria mudar, [...]]]></description>
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<p>Pisei na bola. E fiz tudo errado. Mas acredito que tudo na vida ocorre por uma razão.  Tudo ia indo bem até que encontrei a hoje minha ex-namorada.</p>
<p>Começamos a namorar e descobri que ela era muito mais do que eu pensava. Como tive uma educação cristã, achei que, com o tempo, eu a conseguiria mudar, principalmente sobre Deus e a religião.</p>
<p>E foi por pensar assim que decidi &#8211; decidimos, na verdade &#8211; morar juntos, sem formalizar o casamento. Isso não só surpreendeu minha família, que é muito religiosa, mas a afastou de mim. Uma das razões é que minha família não aceita o sexo antes do casamento. E acha que ele só pode ocorrer depois que as pessoas estiverem casadas.</p>
<p>Outro problema é que, devido às minhas ligações religiosas, eu me fazia presente em várias atividades da igreja. Como não tinha me casado, mas morava junto com minha namorada, todos começaram a se afastar. Afinal, pensavam, eu estava em pecado. E por isso não era bem vindo às atividades religiosas.</p>
<p>Mesmo assim, insisti. E chegamos, juntos, a participar de algumas celebrações na igreja, embora ela fizesse isso com muito má vontade. O fato é que, devido às minhas e às crenças dela, nosso relacionamento foi ficando ruim, até que minha namorada foi taxativa: não iria mais à igreja, sozinha ou comigo.</p>
<p>Aos poucos, nosso relacionamento foi piorando e, hoje, por decisão mútua, estamos afastados. Retomei, com isso, algumas atividades que fazia antes. Mas meus amigos e quem frequenta a igreja não mais me vê como antigamente.</p>
<p>O pior é que minha família se afastou totalmente de mim. É como se eu fosse um estranho. Falam comigo, mas me tratam com frieza. Tenho certeza que se não tivesse ido morar junto com minha ex-namorada, seria diferente.</p>
<p>Gostaria de voltar à família, ser o que era antes. Mas não sei o que fazer. Alguém pode me aconselhar?</p>
<p><strong>Crato, CE, 27 anos</strong></p>
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		<title>Tenho medo de assumir&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2008 14:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
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De uma coisa, tenho certeza:sou gay.
Mas tenho vergonha de assumir que gosto de outro homem.
Tenho medo do que meus amigos possam pensar.
E minha familia? Acho que não iria me aceitar.
O que eu posso fazer?
Pelotas, 21 anos

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<p>De uma coisa, tenho certeza:sou gay.</p>
<p>Mas tenho vergonha de assumir que gosto de outro homem.</p>
<p>Tenho medo do que meus amigos possam pensar.</p>
<p>E minha familia? Acho que não iria me aceitar.</p>
<p>O que eu posso fazer?</p>
<p><strong>Pelotas, 21 anos</strong></p>
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		<title>Com medo da descoberta</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 12:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
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Filha de uma família da classe média, tive uma educação liberal e ainda adolescente tive minha primeira experiência sexual. Ela foi boa e me ensinou que sexo é bom. Sempre gostei dele e com os meus namorados sempre acabei na cama.
Há algum tempo descobri que algumas de minhas amigas, que também eram liberadas, estavam usando [...]]]></description>
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<p>Filha de uma família da classe média, tive uma educação liberal e ainda adolescente tive minha primeira experiência sexual. Ela foi boa e me ensinou que sexo é bom. Sempre gostei dele e com os meus namorados sempre acabei na cama.</p>
<p>Há algum tempo descobri que algumas de minhas amigas, que também eram liberadas, estavam usando o sexo como forma de rendimento. De início, fiquei escandalizada, pois não imaginava que algo que me dava tanto prazer pudesse ser usado para conseguir dinheiro.</p>
<p>Eu estava errada. E vi amigas ganhando bem, tendo dinheiro para vestidos, bolsas, sapatos, relógios, etc. Enquanto isso, eu trabalhava o mês todo para, no final, ter um magro salário, que não dava pra nada. E ainda ouvia minhas amigas curtindo comigo.</p>
<p>O trabalho duro, o dinheiro pouco e a convivência com minhas amigas, todas elas de longa data, acabaram me convencendo. Decidi aceitar um programa. Foi difícil, mas no final ganhei em uma hora o que levava uma semana para conseguir trabalhando. Hoje, já me acostumei. E como minhas amigas &#8211; aliás, mais que elas &#8211; tenho dinheiro, roupas, e posso me manter e bem.</p>
<p>Só que tenho pavor que minha família descubra. Para ela, sou uma vendedora muito bem sucedida e que consegue administrar muito bem o seu dinheiro. Ela tem orgulho de mim. Se descobrirem, não sei o que fazer.</p>
<p><strong>Rio de Janeiro, 26 anos</strong></p>
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		<title>Um mosquito na testa</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 12:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
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Sou de uma família com vários filhos, na verdade, 10 ao todo. Quando criança, morávamos no interior e meu pai, preocupado com a nossa educação e na falta de uma escola pública, contratou um professor particular. Ele seria o responsável por nos ensinar a ler e escrever, em classes diárias e sob a atenta supervisão [...]]]></description>
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<p>Sou de uma família com vários filhos, na verdade, 10 ao todo. Quando criança, morávamos no interior e meu pai, preocupado com a nossa educação e na falta de uma escola pública, contratou um professor particular. Ele seria o responsável por nos ensinar a ler e escrever, em classes diárias e sob a atenta supervisão de minha mãe, que era muito severa.</p>
<p>A idéia da escola era boa, nós gostávamos, mas não deixávamos, também, de aproveitar o tempo livro do jeito que toda criança faz: inventando coisas. E foi inventando coisas que nós, os homens, decidimos pregar uma peça no professor. Queríamos aprontar uma com ele e ficamos pensando em um meio.</p>
<p>Alguns dias se passaram e não vinha uma idéia, até que meu irmão mais velho sugeriu: vamos colocar uma mutuca nele. Explico: mutuca é um palito de fósforo que, depois de aceso, vai queimando e quando fica mais curto pode ser fixado à pele. A idéia vingou e nos preparamos para a peça.</p>
<p>Só que na sua execução, fomos à frente. À noite, depois que o professor tinha dormido &#8211; e ele tinha um sono profundo &#8211; ao preparar a mutuca, alguém sugeriu: por que não amarramos ele à cama? Criança, você sabe, não mede as consequências. Então, alguém pegou uma corda e amarrou a perna direita do professor à perna esquerda da cama. Feito isso, colocou a mutuca na sua testa.</p>
<p>E como ninguém era herói, todo mundo se mandou para a cama, esperando o que iria acontecer. O palito de fósforo queimou, chegou à testa do professor que, sentindo dor, deu um tremendo tapa no local. Ao fazê-lo, desequilibrou-se na cama, caiu e ficou pendurado pela perna que estava amarrada.</p>
<p>Bom, nós aprontamos. Mas acabamos pagando o pato.</p>
<p><strong>Uberaba, 45 anos</strong></p>
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