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	<title>PiseiNaBola &#187; aprontar</title>
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	<description>As (incríveis) histórias anônimas de pessoas reais</description>
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		<title>Para salvar a própria pele</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 14:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
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Há alguns anos, quando estava fazendo o ensino médio, estudei durante algum tempo em uma classe bem agitada. Não eram todos os alunos, mas alguns deles não eram o que, na época se dizia: Não é flor que se cheire. E foram eles &#8211; e eu também &#8211; que aprontaram.
O &#8220;apronto&#8221; acabou levando toda a [...]]]></description>
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<p>Há alguns anos, quando estava fazendo o ensino médio, estudei durante algum tempo em uma classe bem agitada. Não eram todos os alunos, mas alguns deles não eram o que, na época se dizia: Não é flor que se cheire. E foram eles &#8211; e eu também &#8211; que aprontaram.</p>
<p>O &#8220;apronto&#8221; acabou levando toda a classe à direção da escola. Primeiro, os alunos foram entrevistados um a um. O objetivo era saber o que tinha acontecido. Afinal, parecia que o prédio da escola estava sendo derrubada. As entrevistas não resultaram. As ameaças individuais, também não.</p>
<p>Como a lei do silêncio imperou, a direção da escola adotou uma nova postura, bem mais dura que se esperava. Chamou todos os alunso da classe e avisou: se até o dia seguinte não aparecesse o autor da estripulia, que foi um campeonato de atirar bolsas em uma parede de madeira, todos seriam reprovados.</p>
<p>Qual a saída? Nos reunimos e procuramos saber dentre os colegas quem é que estava muito mal, que não tinha chances de ser aprovado, passar de ano. E acabamos descobrindo que o &#8220;eleito&#8221; não tinha nada a ver com o que aconteceu. Mesmo assim, ele foi o escolhido.</p>
<p>Faltava, como no caso do gato e os ratos, colocar o guizo no pescoço do escolhido. E eu fui encarregado &#8211; contra minha vontade &#8211; da tarefa. Pois bem, cumpri-a. Conversei com o colega e o convenci que ao apresentar-se e assumir a culpa ele estava fazendo o certo, salvando todos nós. E isso não mudaria nada, já que ele ia ficar mesmo reprovado.</p>
<p>Acabamos, no final, negociando com a direção e conseguindo que ele não fosse penalizado, além de ter suas notas rebaixadas. No final, achamos um Cristo. E nos salvamos.</p>
<p><strong>Recife, PE,32 anos</strong></p>
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		<title>Um mosquito na testa</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 12:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Observador</dc:creator>
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Sou de uma família com vários filhos, na verdade, 10 ao todo. Quando criança, morávamos no interior e meu pai, preocupado com a nossa educação e na falta de uma escola pública, contratou um professor particular. Ele seria o responsável por nos ensinar a ler e escrever, em classes diárias e sob a atenta supervisão [...]]]></description>
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<p>Sou de uma família com vários filhos, na verdade, 10 ao todo. Quando criança, morávamos no interior e meu pai, preocupado com a nossa educação e na falta de uma escola pública, contratou um professor particular. Ele seria o responsável por nos ensinar a ler e escrever, em classes diárias e sob a atenta supervisão de minha mãe, que era muito severa.</p>
<p>A idéia da escola era boa, nós gostávamos, mas não deixávamos, também, de aproveitar o tempo livro do jeito que toda criança faz: inventando coisas. E foi inventando coisas que nós, os homens, decidimos pregar uma peça no professor. Queríamos aprontar uma com ele e ficamos pensando em um meio.</p>
<p>Alguns dias se passaram e não vinha uma idéia, até que meu irmão mais velho sugeriu: vamos colocar uma mutuca nele. Explico: mutuca é um palito de fósforo que, depois de aceso, vai queimando e quando fica mais curto pode ser fixado à pele. A idéia vingou e nos preparamos para a peça.</p>
<p>Só que na sua execução, fomos à frente. À noite, depois que o professor tinha dormido &#8211; e ele tinha um sono profundo &#8211; ao preparar a mutuca, alguém sugeriu: por que não amarramos ele à cama? Criança, você sabe, não mede as consequências. Então, alguém pegou uma corda e amarrou a perna direita do professor à perna esquerda da cama. Feito isso, colocou a mutuca na sua testa.</p>
<p>E como ninguém era herói, todo mundo se mandou para a cama, esperando o que iria acontecer. O palito de fósforo queimou, chegou à testa do professor que, sentindo dor, deu um tremendo tapa no local. Ao fazê-lo, desequilibrou-se na cama, caiu e ficou pendurado pela perna que estava amarrada.</p>
<p>Bom, nós aprontamos. Mas acabamos pagando o pato.</p>
<p><strong>Uberaba, 45 anos</strong></p>
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